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Arte & Cultura

Prateleira feminina: 6 livros inspiradores que toda mulher deveria ler

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Existem dois tipos de livros: aqueles que você pode ler na praia, de bobeira só para relaxar, mas que não vão te acrescentar muita coisa e você provavelmente nunca mais vai reler, e existem aqueles que você faz questão de guardar, deixar na sua prateleira e, vez ou outra, pegar para ler de novo. São os que te inspiram, te sensibilizam, motivam de alguma maneira. E é dessa segunda categoria que a gente tá falando. Por isso, trate de pegar uma xícara de chá (e quem sabe uma caixa de lenços), acomode-se num cantinho confortável e boa leitura!

1. EU SÓ QUERIA SER UMA MULHER NORMAL, de Débora Rubin De Toledo
Quando Cecília completa 30 anos, nada do que ela imaginava que ia acontecer em sua vida aconteceu. Separada, desempregada e com uma paixão não correspondida, acha que, definitivamente, não é uma mulher normal. Atrás de respostas para suas angústias, parte para uma jornada em busca das histórias de amor de suas antecessoras – sua mãe, sua avó e sua bisavó. Seriam elas mulheres tão anormais quanto ela? Durante a viagem à cidade de sua família, ela descobre histórias do passado que tinham sido mantidas em segredo até então e, aos poucos, questiona-se sobre o que é, afinal, ser uma mulher normal.

2. EU SOU MALALA, de Malala Yousafzai
Malala tinha apenas 10 anos quando o Talibã tomou conta do Vale do Swat, no Paquistão, onde vivia com os pais e os irmãos. Ela lutou com todas as forças por seu direito à educação. E, em 9 de outubro de 2012, quase perdeu a vida por isso – foi atingida por um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Hoje, Malala é um grande exemplo do poder do protesto pacífico. Nesta versão juvenil da sua autobiografia, que virou um best-seller internacional, a própria Malala conta sua história

3. COMER, REZAR, AMAR, de Elizabeth Gilbert
Com sua vida toda debilitada após um árduo processo de divórcio, Elizabeth sentiu que precisava de um tempo para se reestabelecer – e mais que isso, se renovar como pessoa. O livro é o relato pessoal desse processo: uma viagem de um ano por três países – Itália, Índia e Indonésia – para tentar se reencontrar. Na Itália, elapara aprendeu a sentir prazer através da comida e aprendeu italiano, idioma pelo qual sempre se sentiu atraída. Na Índia, se concentrou em sua espiritualidade, praticando meditação e buscando um autoconhecimento mais profundo. Em Bali, na Indonésia, tinha a intenção inicial de se preparar para voltar aos Estados Unidos, mas pelas curvas do destino, encontrou o amante de seus sonhos por lá e aprendeu não só a amar mais autenticamente, como aprendeu a se deixar ser amada.

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4. AMADA, de Toni Morrison
Livro mais conhecido da escritora americana Toni Morrison, prêmio Nobel de Literatura de 1993, Amada ganhou o Pulitzer de 1988 e em 2006 foi eleito pelo New York Times a obra de ficção mais importante dos últimos 25 anos nos Estados Unidos. Em 1998 recebeu uma adaptação cinematográfica – A bem-amada -, com Oprah Winfrey no papel principal. A história se passa nos anos posteriores ao fim da Guerra Civil, quando a escravidão havia sido abolida nos Estados Unidos. Sethe é uma ex-escrava que, após fugir com os filhos da fazenda em que era mantida cativa, foi refugiar-se na casa da sogra em Cincinatti. No caminho, ela dá à luz um bebê, a menina Denver, que vai acompanhá-la ao longo da história.

5. FIM, de Fernanda Torres
O primeiro romance publicado da atriz é um sucesso de público e crítica. Retrata um grupo de cinco amigos cariocas na terceira idade – com personalidade completamente diferentes entre si – que revivem as passagens mais marcantes de suas vidas entre casamentos, viagens, formaturas, filhos etc. Em comum, eles têm não apenas a idade, mas também a limitação de horizonte de suas vidas. Surpreendente leitura para quem já era fã da Fernanda comediante.

6. LIVRE, de Cheryl Strayed
Aos 22 anos, Cheryl achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da Pacific Crest Trail – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Em sua caminhada solitária, ela enfrentou, além da exaustão, do frio, do calor, da monotonia, da dor, da sede e da fome, outros fantasmas que a assombravam. É uma história de sobrevivência e redenção.

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